Se virmos como funciona a OAB, teremos meio caminho andado.
Um conselho, da mesma forma que um sindicato, é um órgão oficial, reconhecido e instituído pelo governo, que tem obrigação (e faria bem) de ouvi-lo. Portanto, ele tem o poder oficial, que é mais forte do que o oficioso, não só de fiscalizar, mas de representar e defender a categoria. Não é só a sociedade que deve ser protegida pelo Conselho, são também os bons profissionais arquitetos que devem ser protegidos de contratações absurdas fiscalizadas por "tribunais faz de conta", de governos "faz de idem", e que contratam serviços intelectuais como projetos como quem compra preservativos, confundindo intencionalmente "menor preço" com "melhor preço".
amos batalhar para conseguir o Conselho, vamos nos empenhar para organizá-lo e respeitar o nosso CRA, senão CRAU! (Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo).
Obs.: Uma das principais tarefas do novo conselho é o indispensável combate a certas enfermidades endêmicas e epidêmicas que atingem os arquitetos, como:
• Artrose: pensar que arquitetura é só arte e não técnica;
• Esquisitossomose: fazer um tipo, um gênero;
• Esquimose: hábito de só usar o branco como cor;
• Escoliose: incapacidade de eleger uma solução;
• Mononucleose: mania de fazer parte de grupinhos;
• Fimose: incapacidade de concluir um projeto;
• Micose: ficar com um projeto não concluído;
• Laptopspirose: infecção provocada pelo vírus CAD 2007, presente no mouse do notebook.
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